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HILDA HILST - 1930-2004

Hilda aos 16 anosA senhora já declarou que escreve de modo simples e que é um absurdo não a entenderem. A qualidade de seu trabalho, em forma e conteúdo, está além de nossa época?

Minha linguagem é inovadora sim, e essencialmente poética. Não obedece a convenções gramaticais, tem outro ritmo porque não pensamos nem sentimos de forma simplizinha, organizada ou linear. Sei que não escrevo do jeito que a grande maioria dos leitores está acostumado a ler. A forma é inovadora, mas não incompreensível, dizer que sou incompreensível é bobagem. Eu escrevo em português. Tem um amigo meu, o Edson, que recomenda que eu seja lida em voz alta. A linguagem, para mim, é o que justifica você contar alguma coisa, porque as histórias, há milênios, são sempre as mesmas. O homem não mudou, nossos questionamentos e pavores são os mesmos, não modificamos nenhuma das nossas realidades essenciais, nossas emoções, ainda nascemos e morremos como desde sempre, apesar da luta dos cientistas e dos místicos para alterar isso.

Alcoólicas

Hilda Hilst (9130-2004)


É crua a vida. Alça de tripa e metal.
Nela despenco: pedra mórula ferida.
É crua e dura a vida. Como um naco de víbora.
Como-a no livor da língua
Tinta, lavo-te os antebraços, Vida, lavo-me
No estreito-pouco
Do meu corpo, lavo as vigas dos ossos, minha vida
Tua unha plúmbea, meu casaco rosso.
E perambulamos de coturno pela rua
Rubras, góticas, altas de corpo e copos.
A vida é crua. Faminta como o bico dos corvos.
E pode ser tão generosa e mítica: arroio, lágrima
Olho d'água, bebida. A Vida é líquida.
 

(Alcoólicas - I)




* * *

Também são cruas e duras as palavras e as caras
Antes de nos sentarmos à
mesa, tu e eu, Vida

Diante do coruscante ouro da bebida. Aos poucos
Vão se fazendo remansos,
lentilhas d'água, diamantes

Sobre os insultos do passado e do agora. Aos poucos
Somos duas senhoras, encharcadas de riso, rosadas
De um amora, um que entrevi no teu hálito, amigo
Quando me permitiste o paraíso. O sinistro das horas
Vai se fazendo tempo de
conquista. Langor e sofrimento

Vão se fazendo olvido. Depois deitadas, a morte
É um rei que nos visita e nos cobre de mirra.
Sussurras: ah, a vida é líquida.





(Alcoólicas - II)


* * *

E bebendo, Vida, recusamos o sólido
O nodoso, a friez-armadilha
De algum rosto sóbrio, certa voz
Que se amplia, certo olhar que condena
O nosso olhar gasoso: então, bebendo?
E respondemos lassas lérias letícias
O lusco das lagartixas, o
lustrino

Das quilhas, barcas, gaivotas, drenos
E afasta-se de nós o sólido de fechado cenho.
Rejubilam-se nossas coronárias. Rejubilo-me
Na noite navegada, e rio, rio, e remendo
Meu casaco rosso tecido de açucena.
Se dedutiva e líquida, a Vida é plena.

(Alcoólicas - IV)

  




* * *

 


Te amo, Vida, líquida esteira onde me deito
Romã baba alcaçuz, teu trançado rosado
Salpicado de negro, de doçuras e iras.
Te amo, Líquida, descendo
escorrida

Pela víscera, e assim esquecendo
Fomes
País
O riso solto
A dentadura etérea
Bola
Miséria.
Bebendo, Vida, invento casa, comida
E um Mais que se agiganta, um Mais
Conquistando um fulcro potente na garganta
Um látego, uma chama, um canto. Amo-me.
Embriagada. Interdita. Ama-me. Sou menos
Quando não sou líquida.


(Alcoólicas - V)


(in: Do Desejo - Campinas, SP: Pontes, 1992.)




::~::~::~::~::~::~::~::
"HILDA HILST
Morreu na madrugada de hoje, em Campinas (SP), a escritora Hilda Hilst.
Ela estava internada no Hospital das Clínicas da Unicamp há um mês. O sepultamento ocorrerá às 16h00, no Cemitério das Aléias, em Campinas.

Hilda nasceu em Jaú (SP), em 21 de abril de 1930. Em 1952, formou-se em direito pela Faculdade de Direito da USP (Largo S. Francisco). Em 1966, mudou-se para a Casa do Sol, uma chácara próxima a Campinas (SP), onde residiu até então. Entre suas obras em prosa, destacam-se: Tu não te moves de ti (1980), Com meus olhos de cão e outras novelas (1986), O Caderno rosa de Lory Lambi (1990) e Cartas de um sedutor (1991). Recebeu os mais importantes prêmios literários do país e, a partir de 1982, passou a integrar o Programa do Artista Residente, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Em 1995, seu arquivo pessoal foi adquirido pelo Centro de Documentação Alexandre Eulálio, do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) da Unicamp, estando aberto a pesquisadores de todo o mundo. Em 2001 a Editora Globo comprou os direitos de publicação da obra da autora, com organização e plano de edição de Alcir Pécora. Até o momento, os títulos publicados são os seguintes:

- A obscena senhora D, em novembro de 2001;
- Júbilo, Memória, Noviciado da Paixão, em novembro de 2001;
- Bufólicas, em fevereiro de 2002;
- Cartas de um Sedutor, em março de 2002;
- Cantares, em abril de 2002;
- Kadosh, em julho de 2002;
- Exercícios, em outubro de 2002;
- Contos D´Escarnio/Textos Grotescos, em novembro de 2002;
- Fluxo-Floema, em fevereiro de 2003;
- Da Morte Odes Mínimas, em maio de 2003;
- Rútilos, em agosto de 2003 e
- Baladas, em fevereiro de 2004.

Em 2002 Hilda Hilst recebeu o Prêmio Moinho Santista pelo conjunto de sua obra e o Grande Prêmio da Crítica da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte).

Depois de todo o sucesso nacional, nada mais natural que sua obra despertasse o interesse e os elogios internacionais. Em Portugal, pela Editora Campo das Letras, ainda em fevereiro deste, teremos a publicação de Cartas de um Sedutor e, em seguida, de A Obscena Senhora D. Nos EUA, a Oxford University Press publicará antologia de contos de autores brasileiros em agosto de 2005, e nela encontraremos Agda. Além disso, uma editora alemã já manifestou interesse em adquirir os direitos de publicação de um dos títulos da escritora."

Este foi um release da Editora Globo. Não tenho tempo nem saúde ( estou de saída para o médico) fazer uma homenagem a ela... mas todos sabem que Hilda jamais teve "sucesso nacional".

Hilda é sim uma grande, imensa escritora universal. Que não é conhecida pelo público brasileiro. Infelizmente. Mas nem me/se pergunte qual a razão.
Ah, e certamente não é pelo "hermetismo da linguagem", a mais batida das desculpas.

Hilda Hilst Especial
Furacao Hilda

Comentários

que pena.......... :-(

por: Fer | às 04:49PM do dia 04/02/2004

iiii.....olha só, eu, por exemplo, não conhecia o trabalho dela. Nada de hermetismo da linguagem, no nosso país simplesmente há um favorecimento à exposição do que é superficial, simplista, fugaz. E eu senti muita força, peso e conteúdo no que li dela (aqui no seu blog). Abraços

por: modernaje | às 04:55PM do dia 04/02/2004

Estava mesmo à procura de informação sobre esta autora falecida. Fiquei comovido com a tua descrição e desejo que a sua poesia não morra. Aproveito o ensejo para repetir um pedido que fiz uma vez à Cath, e que alargo a ti, para vos pedir, em colaboração com quem entenderem, uma lista de autores e livros fundamentais da literatura e poesia brasileira. Acreditem que o que aqui deste lado do Atlântico chega de vós é uma sombra demasiado frustre da toda a riqueza que possuem, que vou descobrindo a conta gotas. Um beijo.

por: Rui | às 05:46PM do dia 04/02/2004

Meg, foi-se a Hilda, hein?
E seu post, logo em seguida! Fabuloso! Vc é uma pessoa muito forte, tenaz mesmo.
Como a maioria das pessoas, eu conhecia pouca coisa dela e de sua obra. Suas informações estão muito boas e detalhadas, Meg. Vc tem a minha admiração.
Estava precisando falar com você e sem querer incomodá-la: sua visita ao médico, o seu e-mail, umas indecisões minhas.
Qdo puder, contacte-me.
Vou tentar postar agora. Não sei se vou conseguir por causa daqueles erro interno que me faz repetir uma, duas, três vezes até publicar o texto livre de defeitos.
O beijinho de sempre.

por: Magaly | às 09:44PM do dia 04/02/2004

Obrigado por nos dar a conhecer Hilda Hilst. Os versos são ricos e concordo que ditos por quem sabe dizer possam ser melhor aprecidos. Têm uma sonoridade original que a define, tal como existem poemas de certos autores que, mesmo que nunca tenhamos ouvido antes um dado poema, sabemos que só pode ser de um deles.

por: Henrique | às 10:19PM do dia 04/02/2004

Meg.
Eu tentei muitas vezes ler a Hilda, mas não consegui. Claro que é uma deficiencia minha.Eu chego aos escritores muito vagarosamente, mas com ela ainda não tinha chego ainda. Eu gostava imensamente das entrevistas dela, inteligentissima, cada resposta era um soco no estomago. Há depoimentos dela que são pungentes.E eu sempre me incomodei comigo mesmo, como é que uma mulher dessas dá entrevistas tão geniais e você homem ainda não acertou os ponteiros com a obra dela? Tanto na prosa eu não consegui chegar. Mas um dia chego lá. E o autor não morre nunca, os livros o eternizam né. Não a conheci pessolmente, quando trabalhava num banco, lá na Unicamp, eu atendia uma amiga dela que ia buscar o talão de cheques da Hilda. Acho que ela nunca saía lá da sua chácara.Há pouco cruzei com um conhecido dela e ele me disse que tinha problemas com o álcool, e que foi isto que a levou para o Hospital.Que chato.
beijoão

por: joão antonio | às 12:21AM do dia 05/02/2004

Meg.
Como eu sempre atendia a amiga dela, com presteza, um dia a Hilda sem mais nem menos mandou um dos livros dela de presente, aquele ilustrado pelo Millôr, e com um autógrafo e tal.
beijoão

por: joão antonio | às 12:23AM do dia 05/02/2004

Meg, ela alimenta minha alma de vida e amor. A morte física de HH não subtrai a presença dela entre nós e o encanto da obra que revela tanto... beijo

por: Marco... | às 07:46AM do dia 05/02/2004

De hermética, Hilda não tem nada. É puro sentimento. Visceral. Permanecerá viva em sua obra e provavelmente agora, será re(lançada) e (re)conhecida depois de ter deixado o plano material. E por que ela não se tornou um sucesso antes? porque o talento na maioria das vezes cria relação diametralmente com o sucesso. É só lembrar que Paulo Coelho é sucesso de vendas.

por: Sergio Fonseca | às 08:01AM do dia 05/02/2004

"Meg, o momento é triste e muito me faltam as palavras para expressá-los, vou linkar seu texto que apreciei lá no Palavras Soltas, pode??"
Beijo grande
silencios

por: Lara Salles | às 08:06AM do dia 05/02/2004

Uma perda irreparável, como todas as dos grandes talentos. Sou a voz contrária ao popular "ninguém é insubstituível" do business world. Talvez nos negócios isso seja verdade. Mas no amor, na vida, na música, na literatura... não. Os "insubstituíveis" estão aí pra provar. E os que já não estão, cusam essa nossa dor insubstituível, abrandada apenas pelo legado... Um beijo enorme minha querida. Não me esqueço um só dia de você, viu MEGUITA? É que tenho tido os meus dias duros de viver. Aí as visitas rareiam. Me perdoe e vá pelo link aqui me visitar na nova morada... (PS o email DIVINAVOZ foi desativado)

por: CoRa | às 09:15AM do dia 05/02/2004

Neste caso eu tenho perdão. Não conhecia Hilda. Depois do que li, quero conhecer. É exatamente sobre isto que estávamos discutindo lá "em casa".
Bom dia, Meg. Já está boazinha? Beijos.

por: Teruska | às 09:44AM do dia 05/02/2004

Pois é, Meg... Como eu disse em meu post de hoje, acho que o mundo fica mais pobre e triste com a ausência dela...

beijos

por: Li Stoducto | às 11:18AM do dia 05/02/2004

Meg, senti muito também. O mundo não deveria perder seus poetas. Nossa sorte, entretanto, são as palavras eternas que ficam.
Deixei uma modesta homenagem também lá na Barca.
Beijo.

por: Arquimimo Novaes | às 02:05PM do dia 05/02/2004

Eu gostava dela.
Havia lido apenas um livro, mas foi o suficiente para uma simpatia total.

por: Elis Marchioni | às 04:50PM do dia 05/02/2004

mas ela continuará viva para sempre em nossa memória.me visite. beijos. carlos

por: carlos | às 02:48PM do dia 06/02/2004

Depois de uma inevitabilidade como essa, resta-nos torcer pela vida que ainda existe por aí... espalhada em pessoas desconhecidas-por-não-serem-vistas, mas nem por isso menos brilhantes. Tu, por exemplo, Meg.
Beijo! Força! (Pensando forte aqui pra tudo dar certo) ; )

por: Mod | às 11:23PM do dia 06/02/2004

Meg.
Ontem saiu no jornal depoimento do Alcri Pécora, que organiza a obra dela, pra Globo, e ele diz que ela é realmente dificil. Não é mole não. E aí eu fico mais tranquilo, achava que era eu que não entendia muito bem. Por um certo tempo ela foi cronista aqui num jornal de Campinas, a acontecia amesma coisa, nem na cronica ela baixava o nivel pra alcançar seus leitores. Aí não tem jeito ñé, ela não fez qualquer concessão. O que fazer...
Beijoão

por: joão antonio | às 04:38PM do dia 07/02/2004

Hilda Hilst! "Sou menos quando nao sou liquida". Que hoemnagem maravilhosa.

Meg, estou em falta contigo. Mas nao eh minha culpa. Eu tive que voltar para os EUA de repente, e ainda truxe o meu gatinho. Tambem tive que fazer um trabalho. Isso me tomou a semana passada inteira e eu fiquei uns 4 dias sem dormir. Talvez mais.

So por isso estive ausente. Cheguei ha 2 horas em Seattle.

E agora tenho conexao.

Desculpe a demora...

Beijos

Mas

por: cath | às 08:02PM do dia 07/02/2004

Esse "mas" ai embaixo sobrou.

por: cath | às 08:03PM do dia 07/02/2004

Como está você, Meg?

por: Magaly | às 01:12AM do dia 08/02/2004

Estava com saudades e passei por aqui para vê-la.
Beijos "cupuaçúnicos" :-)

por: TJ | às 03:58PM do dia 08/02/2004

Meg
Estava assustada, entende? Você não dava sinal.
Graças a Deus, encontrei-a na Ofélia , o que fez diminuir a preocupação em que me encontrava.
Ainda bem. Poupe-se e, quando der, fale comigo.
Beijinho.

por: Magaly | às 11:54PM do dia 08/02/2004

Hilda agora é mais líquida que qualquer vida devorada ou poetizada... líquida e copiosa nas faces salgadas - e são muitas - e perplexas com sua ausência irrevogável. Líquida para talvez derramar-se em muitas chuvas que nos consolarão dos pavores ancestrais. Sigo aterrorizada. Te quero bem!

por: Diana Z. | às 10:08AM do dia 09/02/2004

Meg?...

por: Teruska | às 09:34AM do dia 10/02/2004

Meg, parabéns pela homenagem à Hilda Hilst! Como diz o poeta chileno Jorge Teillier, "Os trens desaparecem mas não a alma dos trens. Quando alguém morre, não fica apenas sua tumba; fica sua herança." No caso da Hilda, realmente ela nos deixou um legado de um imenso valor. Sou especialista na obra de Hilda Hilst, com mestrado e doutorado defendidos na USP (FFLCH-USP).
Um abraço e outra vez mais, parabéns por seu trabalho!
Cristiane Grando

por: Cristiane Grando | às 01:53PM do dia 10/02/2004

Vim só deixar um beijo e um abraço. Ainda bem que já não está zangada com Deus.

por: Henrique | às 08:17AM do dia 11/02/2004

logo quando eu estava começando a amá-la com todas as forças.

por: carolina | às 01:22PM do dia 11/02/2004

Meg, tambem vim deixar um beijao. Manda uma noticiazinha pra gente...

por: cath | às 06:39PM do dia 11/02/2004

Meg.
Cadê você que nos abandonou, parou na Hilda há décadas.
Olha, irão haver mudanças no blog? Não estou entendendo nada.Sò você mesmopra explicar isto direito.
Beijoão

por: joão antonio | às 12:12AM do dia 12/02/2004

"Você precisa sempre se apaixonar para ter algum interesse na vida" (Hilda Hilst)

por: Ghost Writer | às 06:34PM do dia 12/02/2004

Êta!! Esse seu "tempo nublado" ainda não deu uma trégua, né? Espero que tudo volte ao normal logo. Ou, como cantou o falecido mais chato do planeta na música grudenta dele e do-vivo-que-consegue-ser-mais-chato-ainda:
"Mas é claro que o sol
Vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei
Escuridão já vi pior
De endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem (...)"
Tá bom, tá bom, sei que vc não merece ler essa baba de Renato Russo e Flavio Venturini (tenho uma colega que parece levar o título dessa canção - "Mais Uma Vez" - como razão de existir, pois ouve-a à exaustão, todo santo dia), mas é que quero vê-la aparecer aqui - nem que seja pra me passar uma descompostura :-))
Merecidíssima, é bom dizer, se vinda de você, que sempre primou por apresent(e)ar-me o melhor: Rosa Passos, a Paixão Candeeira do Viáfora, Elton, Nelson e o Galo Preto no Só Cartola, Cristina Buarque cantando Wilson Batista... Ih... Se puxar o fio dos "momentos são iguais aqueles..." não acabo esse comment hoje :-)) Um grande beijo e, claro, melhoras!!

por: TJ | às 12:06AM do dia 13/02/2004

Meg querida volto da minha letargia pra vir te dar um beijo e desejar que estejas bem. Aquele email realmente não funciona. tente este aqui, ok? beijos preguiçosos de quem precisa renascer das cinzas...

por: CoRa | às 09:23PM do dia 13/02/2004

DROGA errei de novo!
Agora sim, vai o certo, ok?

por: CoRa | às 09:24PM do dia 13/02/2004

Eu sou grosso mesmo, sempre comento repetido, rs.

por: Rafa | às 10:34PM do dia 13/02/2004

Onde é que estás Meg? Espero que esteja tudo bem. Beijos.

por: Fernando | às 07:55AM do dia 14/02/2004

Meg, como tem passado? Você está bem? Sou tão enrolada, me desculpe, ainda não liguei, mas vou tentar te ligar hoje a noite; é que aconteceu tanta coisa na minha vida, e ainda estou meio tonta com tudo.

beijos e saudade

por: Alex | às 08:43PM do dia 14/02/2004

oi Meg. Ficou ótimo o seu post sobre Hilda Hilst. Adorei.

beijos e bom domingo

por: Ana | às 11:33AM do dia 15/02/2004

É, Meg, estamos todos à sua procura. Você faz muita falta. Mande um recadinho pra gente, assim que for possível.
Beijinhos.

por: Magaly | às 11:52PM do dia 15/02/2004

Minha doce e querida Meg. Estou com saudades, aliás, todos estamos. Espero que estejas bem e logo logo possas vir até aqui pra gente poder ver você. Beijos, doce Meg.

por: alvaro | às 01:38AM do dia 16/02/2004

Meg,
Só hj vim ler sua linda homenagem a Hilda, quem pra mim sempre será imortal!
Como vai vc? Está melhor?
Beijos linda Rosa...lembra?

por: Mônica | às 09:01AM do dia 16/02/2004

olá, obrigado pela visita e pelo link! e que longa ausência é essa... seus fiéis visitantes sentem sua falta.. :)

por: fábio | às 01:59PM do dia 16/02/2004

Tive, dentre as oportunidades em minha vida, a especial de conhecer um pouco da Hilda. Hoje, com seu post me senti mais próximo dela e ela de mim.

QUERIDA, MUITA SAUDADE DE VOCÊ!!!

Foram tantas dificuldades com conexões e sistemas que só pensava quando poderia voltar. Aconteceu e enfim tudo se resolveu. Vida nova, mas não sem antes te abraçar e deixar meu mais sincero e saudoso Beijo.

Que tudo se realize com sucesso em tudo o que fizer e viva a mais plena e duradoura felicidade por toda a sua longa vida.

PS.: Meg, quero falar com a Leni, você me ajuda??? Vou deixar recado no Flog dela, mas a última atualização que vi foi de novembro passado. No processo de solução do problema que tive com a internet perdi as referências que tinha dela, como e-mail, endereço, telefone... please, me ajude, tenho um presente que quero mandar, além de poder voltar a falar com ela.

por: Renato | às 04:16PM do dia 16/02/2004

Olha só, nem consegui deixar recado no Flog da Leni... tá cheio para visitantes

:'( !!!

por: Renato | às 04:20PM do dia 16/02/2004

hi meg

que noticia essa!

nao sei como te contatar
estou no Brasil por mais um mes
espero que vc esteja otima

amor]


monica

por: monica | às 03:44PM do dia 28/02/2004

Meg?

por: Magaly | às 11:09PM do dia 03/03/2004
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