« Feliz Natal! Felicíssimo Ano Novo. Até a próxima:-) | HomePage
Queridos todos, todíssimos.
Claro que mais queridos mesmo os seis que me restaram:-). Sabem como é, a gente viaja, vai bem alí 'unstantinho e quando se volta, e abre o olho já o volúvel mas leal amante nos deixou (ai a metáfora aqui é a do leitor, nosso semelhante ou dessemelhante, e claro que todos entenderam isso, não? eram 13, agora só são 6) ... ah! esse meu fantástico e quase ex- leitorado hohoho.
O título que mudei reflete um pouco a minha perplexidade neste moemtno.
É do meu disco - quando havia vinil e eu nem sabia quem era o meu amado Leonard Cohen. Comprei-o em Londres, numa cidadezinha do sul, perto do Dorset.
O título do LP (hoho, divido que vocês saibam o que é isso) é Songs of L C e o título da música, divina, é Teachers.
(Se alguém me ensinasse eu colocava o bendito mp3, pra vcs ouvirem... ou eu acho que todos conhecem. Menos eu, que só vim ouvir mesmo' Linard', que fez 70 anos e ainda maravilhoso e bonitao, quando ganhei meu CD, da Fer. Fer always, Fer, the first, for me .. Sorry, people;ç-)
Bem é que vou relatar algumas coisas, ou melhor relacionar algumas coisas que ficam como intenção de...pauta.
Assim vocês ficam sabendo que se eu não cumprir o que ora estou programando, eu pelo o fiz em pensamento, intenção e ...desejo, claro.
Bom, a primeira coisa é que me perdoem os inúmeros emails sem resposta,
Tenho quase certeza de que não vou respondê-los todos. Então, terribly sorry, mas...:-(
2- Tenho muito a agradecer, inclusive a quem pedi ajuda e a quem não pedi, às pessoas de quem recebi ajuda que não pedi, e vice-versa - o que tornou meu trabalho no final do ano, um pouquinho mais difícil, mas muito saboroso, pois entre outras coisas , pude conviver um pouquinho com o Nelson, um verdadeiro presente Natalino, que é nada mais menos o co-autor do projeto do livro BLOG DE PAPEL.
Como todos viram, eu fui gentilmente (não)-convidada, na verdade tomei contato com o projeto para analisar a idéia, mas o Nelson acabou me convencendo a participar do livro, e eu enviei o meu texto.
Mas - como algumas pouquíssimas pessoas que me conhecem sabem, eu não sou muito de ceder aos cantos das minhas próprias sereias.
Como sabem, não sou escritora, apesar de a escrita, a leitura, a grafia sejam minha lide - eito e cilício. Alas!. Las!
Quando, temerosa de não me fazer entender ao declinar da minha participação - aliás, eu tinha toda a razão, helas, again, eu fui contemplada com a chance, a sorte de me aproximar mais ainda do Nelson, o que talvez não tenha sido para ele. mas para mim, foi, acreditem, uma das melhores lições de vida que eu mesma me dei - do Nelson e da editora Alê Felix, que tal como eu imaginava é uma pessoa muito "gente fina";-) de fato, alguém que eu admirava e que se mostrou um encanto. À admiração juntou-se o respeito ainda maior, pois deles eu ganhei um prêmio especial: pedi a eles que *aceitassem* (notaram, eu não pedi que considerassem, ou que colocassem em votação, eleição etc) uma espécie de soluzione di compromesso: e pude indicar - com certeza de não ser recusado - o nome de uma escritora, que a meu ver - somente e apenas por acaso não tinha sido convidada a participar. Mero acaso. Eu poderia indicar umas duas pessoas, afinal, não é porque alguém "escreve" um livro que é escritor, craro, cróvis, né?. Mas essa era especial.
Bem, para tornar breve uma história que foi longa :-( eu fiquei felicíssima, ao ver que o clima que estava meio paradão, meio "marasmático", agitou-se (e não é que o I Ching fala em agir sem agitar-se...pois é:-) no meu caso, com todo o respeito, eu gosto mesmo é de um agito, se for pra fazer o BEM das pessoas. O que não está aqui no sentido "alambicado", mas no comum... como convém. Acho que só o fato de não se atrapalhar ninguém, já é de muita ajuda, oh se é. É um adianto e tanto;-)
E fiquei feliz de ver que após esse "déclanchement" - as coisas mudaram, o apático tornou-se vivo e houve uma sucessão de pessoas, inclusive o poeta Fabricio Carpinejar , o maravilhoso, segundo os meus amigos escritores Fabio Danesi Rossi e Anne Walker . não é?(*). Que não pôde ficar e eis que para mais alegria, quem vai participar do livro? Quem? O nosso amado slave, salve Milton Ribeiro, tchê.
E já lá estavam o Marco Aurélio, do Jesus me Chicoteia, a Ticcia, a Ane Walker, e o FDR,, o meu querido Marco Brasil, vencedor no Concurso Haroldo Maranhão e o inefável AoMirante Lord Nelson Patrick O' Beach, oh yeah! o nosso Nelson da Praia, mais famoso que a Teresa idem, do Tom Jobim.
Portanto, poderia terminar meu post aqui, que já teria dando conta para mim mesmo do que foi a agitação do meu final de ano.
Todo o sucesso do mundo, que eu sei, o livro terá. Do fundo do coração.
Obrigada a todos que tornaram mais 'easy' o processo difícil, pois eu estava muito doente e deveras abatida - inclusive ao próprio Nelson da Praia, uma das pessoas mais queridas do universo dos blogs, e cuja inteligência, o extraordinário "wit", que mais se valoriza pelo refinamento cultural, pude comprovar, essas qualidades só rivalizam com a sensibilidade vigorosa de seu temperanto e educação, marcados pela calma, tolerância, e principalmente pelo desejo de compreender o outro. Ah tarefa difícil e rara.
Isso é tão raro (e tão distinto da vacuidade da mera gentileza) que quero agradecer-lhe publicamente pela fineza e polidez com que permitiu que resolvêssemos um grande 'misunderstanding'. Odeio mal-entendidos exatamente por isso. Resolvê-los a contento demanda muito, exige muito mais
que a mera condescendência. E se se pode realmente chegar a um final onde nada mais reste de imprecisão, ou dúvida, tenho para mim, que se sai dele, com mais respeito próprio, mais fortalecido como amigos e muito mais solidários.
Daí porque não tenho o menor respeito pelo "silêncio emburrado" em que algumas pessoas se fecham - ei gente aqui não é nada pessoal - esse tema é metafísico, filosófico e ultrapassa a esfera do social, principalmente numa era como a que vivemos, em que pessoas que nem se conhecem pessoalmente desenvolvem sentimentos umas pelas outras, desde os mais comuns e superficiais, aos mais arraigados, desde os mais ternos aos mais violentos.
Não temos tempo para o silêncio. A vida é menos que um suspiro, como diz o Poeta. Ao contrário do que se pensa é no silêncio e não na fala que se gasta se desperdiça vida e perde-se tempo. O silêncio ainda é a linguagem que mais se presta a interpretações erradas, ninguém se torna 'superior' por calar, e é a mais deslavada mentira dizer que o silêncio é de ouro.
Ter senso, sim. O que, convenhamos é muito diferente.
E eu agradeço ao Nelson, meu querido, queridíssimo e especial Amigo, por reforçar mais um dos meus caros e questionados e refletidos beliefs
E, olha que quem me acompanha aqui no Sub Rosa, lá se vão mais de três anos, sabe que posso falar isso de cadeira. Posso falar de tolerância, generosidade, justiça, principalmente injustiça, e do barateamento das denominações... Ou por que vocês acham que eu escrevo amigo e Amigo (com e sem maiúsculas) ?
Aliás, mudando o rumo dessa prosa, queria dizer, sem querer ser mal-interpretada, que vocês - meninos, estão, de certa forma marcando uma touca, ao não convidarem para participar dessa obra coletiva, uma das escritas mais finas, de mais aguda sintonia com os ângulos associados ao humor, à ironia e à uma certa compassividade, sim, mas sempre crítica: aquela menina, como é mesmo o nome dela? Isso, a Cynthia Feitosa, ela é devastadora, compassiva, ansiosa, cruel - digo, essa é daquelas que cada linha que escreve reserva ao leitor uma surpresa. e não uma barganha. Nada de jardins, passarinhos ou choros em chochos códigos (nossa, estou exercendo meu direito de ser chamada de crítica invejosa de quem escreve bem, pois digo isso tão mal hohoho).
Enfim, vocês me entenderam. E deixem de coisa, que não tenho nada contra as borboletas nem os passarinhos, j'ouviu;-)).
É que hoje tou meio com a macaca, ora. Tô feliz, posso me expressar, livre da angústia e do sufoco.
E tenho dito.


Bem a outra coisa é...than.than...thaaaan.:-)
'- Agradecer com um texto aos insignes bloguistas (2) portugueses que citaram o Sub Rosa, de uma forma tão especial, no fim d'ano.
Obrigadíssima, 'mestre de Aviz"e ao meu 'garretiano' Almocreve das Petas.
E especial há de ser o meu texto, pois ele envolve algumas reflexãoes que eu desejei partilhar com outros blogueiros distinguidos também, mas não foi possível. Mas isso não é impedimento: há, creio, um significado especial, para além do vaidade, ou da indiferença ou do mal disfarçado contentamento, que as pessoas as vezes não gostam de demonstrar para não serem chamados de "parolos". Com medo do ridículo.
E como o meu escritor de devoção, Nelson Rodrigues já profetizava: "Só os lorpas e os pascácios é que têm medo do ridículo!!!!
(Gente eu passei mais de 77 anos querendo usar essa frase do Nelsão hoho hahah hihihi Uahahahah! Sem exagero, ou quando é que vocês já ouviram alguém insultar o o outro chamando-o de lorpa. Ei seu lorpa! Isso nem o precocíssimo e precioso Ruy Goiaba, o preferido das multidões, que hoje, quase me faz ter uma síncope, quando lascou num comentário um Co'os diabos! tá certo que ele vive se gabando de ser 50% português e trasmontano, if my memory serves me correctly.
Mas ele é bem capaz de usar "Cáspite!" e só está no alvorecer dos trinta, quando a Vida ainda se prepara pra começar.
Bem, mas seja como for ele hoje está pura marmelada ou goiabada não sei bem... hoje tá imperdível, aleivoso, assaca contra o Chico Buarque, de quem estou envergonhadésima, mas não confesso nem a pau, e comete uma injustiça, daquelas que ela pode cometer contra o Paulo Francis, numa passagem - que foi uma das inspiradoras para nós que estamos adejando em torno dos 80s. Ah, querido, esse estribo do bonde já deu muito pano pra manga. Regina Alves , minha melhor amiga e melhor jornalista depois de yada, yada, que o diga.


(bem vou parar aqui, este é um "post in progress"


Ainda tenho mais coisas, mas... como todos sabem, neste final do maravilhoso ano de 2004 que o César Miranda definiu da maneira mais perfeita (Saravé César, nós, morituri ....) eu tive a 'desalegria' de sofrer uma lesão no nervo ótico, que conduziria à perda da visão do meu olho esquerdo...Blehrrrr... Mas não conduziu, tá bom?
Mas isso é da área intima, pessoal, particular e privada, e eu só estou falando aqui para dizer aos pouquíssimos que sabem e aos mais pouquíssimos ainda que estiveram ao meu lado, que está tudo indo, como o Senhor é servido.
Estou vendo melhor que nunca:-) Está tudo bem;-) Melhor não poderia. Leibniz que o diga.
E eu devia essa explicação para pessoas como a queridíssima Fer, que acompanhou minha agonia, aquela pessoa especial, você, obrigada, viu?. ou seja com exceção de você, os usual suspects: a Telinha; a Cath Linton, e outros que é melhor ficar no coração.
Claro que a Corita (Rónai) foi de uma importância especial, o meu querido Tom Taborda, que me ouviu sempre com especial atenção e como ele é sábio, como pessoa e como médico, Tomzinho, você não existe - quero saber sua lista de filmes, hein?
E quem mais, ora, ora, o meu amado, amado, amado Gravatá (aguardem que eu tenho uma foto do peru, pra publicar, que nem ele sabe) Fale, meu Captain! Essa sua coluna é demais:
Foi uma coluna realmente frutífera, com os musos da estação: a Helô do BananaETC e o Ruy...Goiaba.
Parabéns: só fruta que engorda e faz crescer ...
O nosso Gravatá e a sua coluna firmeza!:-)
So, 2005 não podia ter começado mais feliz!!!!! Poderia?
Obrigada, Katia Rê, ma chérie, ma p'tite. (esse post, o esforço, é dedicado a você, também, viu, lindinha?) fantástica como artista, como criadora, enfim...
Gente, eu não tenho do que reclamar. Tenho comigo pessoas tão maravilhosas, que superam tudo, tudo o que é de menor importância. Sinto-me especialmente *rica* e metida...hohoho!
Então eu ainda tenho restrições quanto a ficar exposta ao monitor do pc, mas...
vou fazendo este post in progress...


Mas tem ainda música e cinema para a gente tratar:-)
Quero logo dizer que o meu filme preferido (vi muitos poucos mas sei que vi o melhor: Eternal Sunshine of the Spotless Mind - the best! Puro Brilho Eterno de uma mente sem (? Lembranças.
Ah mas o mais tchan, o que me faz jamais querer sair da vida, essa aqui, que é complicada, mas é tão boa, principalmente para mim, que amo meu beloved Tarantino. Então, todo o poder a KILL BILL!!!! oh yep! v1 e v 2 - que obviamente, foi feito sim , para ser visto de uma vez, (se alguém agüentasse - e eu agüentaria, falow?) mas são realmente dois filmes. E cada um melhor que o outro. E cada outro mehor que um... (Sei que não tem graça , viu Dante, mas... o Marcelo F. acha bacana quando eu falo assim... hohoho.


VOLTO DAQUI A POUCO!
Voltei e agora até a próxima.


Nota: (*)
(os links estão aí na orelhinha esquerda da minha pagina principal -
Ah vocês repararam, que a orelhinha , a aba direita bem como os contadores sumiram....? :-O .
E vocês viram como o Sub Rosa ficou torto, os posts faltando, os bottons principalmente o do meu querido INAGAKI faltando....ora, se pode isso! ... enfim, alguém sempre se diverte, como sabe e como pode não é?
Mas eu gentilmente, como é a minha maneira principal de ser (mas não sou boazinha , não e nem acho que gentileza é a maior virtude - a justiça, a honestidade, a tolerância, a solidariedade, a lealdade, a delicadeza, ih... enfim, há tanta coisa mais importante, meu YoYô di YaYá --- Consta que o Hitler era muito gentil mas... vai daí ele se empolgou, não foi Dante????:-)) e deu no que deu...
Ah esse pessoal que julga. E que julga pelas aparências... Mas é claro, que ninguem de bom senso, aliás de senso disse isso...nunca... apenas passou pela minha cabeça) - então minha gentileza é com quem merece e até com quem não hohoho - eu disse que não ia adiantar mas está aí o Sub Rosa, - e ainda há alguns estragos... mais eu não podia esperar a lentidão do hacker dele (devem ser íntimos) (tsc. tsc.. ara, com um hacker...) e tive que voltar. hohoho pic* pisc*
Fecho esse parêntese, mas aviso que de vez em quando tomo um susto com a aparência do meu Sub Rosa aleijadinho. Tadinho, sem orelha... Vamos ver o que o que o gentil cavalheiro nos reserva.

E finalmente, para um artigo encomendado, mas que cabe aqui no título e nas reflexões que tenho feito a partir dos acontecimentos dos últimos dias, que não tem sido fáceis nem agradáveis, estes dois poemas de João Cabral.
Por me terem lido até aqui - muito obrigada. E se não entenderam alguma coisa e quiserem perguntar, não façam cerimônia. Afinal até mesmo eu estou meio zonza:-)
Imaginem, minha gente, que já houve quem certa vez usasse esse belíssimo primeiro poema, que louva e engrandece a "força da fragilidade" da grande tecelã que é a aranha - e que nos enreda a todos, se compreendermos que somos seres que não podemos viver só, embora essa seja nossa condição irredutível, mas necessitamos que os fios de nossa existência sejam enredados. Isso faz Aracne. E isso fazem as Parcas, porque a fiação, a tecelagem e corte, "é" função inalienável da Existenz, do substrato metafísico que lembra Sartre,
menos que Heidegger, vá lá: Estamos todos condenados ou entregues ao desafio de cada um balançar-se na ponta do próprio fio.
Mas na cabeça pervertida de quem pode passar a idéia de que esse poema é ofensivo...tsc tsc tsc... Millôr Fernandes já dizia: Ah essa falsa cultura.!
O livro - em si mesmo - é só um objeto. Não adianta ter lido uma centena deles. Falta alguma coisa mais,
Oh mundo, vasto mundo... Bem, mas a interpretação é livre e soberana, né?... :-)
Portanto, meninas e meninos, ninguém tem direito - embora façam se quiser, de julgar ninguém. Não acho não que seja impossível julgar. Acho sim, que impossível deixar de escolher. E Sócrates, aquele ingênuo, não fez bem essa distinção quando disse: "Quem conhecendo o Bem, pode escolher o MAL? Tolinho!!! :-) Adorável tolinho, Sócrates.
Ouso pedir que evitemos tomar partido sem saber do que se trata. Nenhuma 'realidade' é coextensiva dos sentido ou significado de Verdade, se é que isso existe.
É puro infantilismo achar que as coisas *são* tal como aparecem ou parecem ser hoje., na versão de alguém. Ou como foram ontem, ou como é contada hoje, agora, por mim, ou por outrem.
Fractais, lembram?
Tratemos cada um do nossopróprio fio e enredo. Ninguém é culpado. Ninguém é inocente. Deixemos esssa atribuição a quem compete, se é que isso é importante para alguém . A vida, minha gente, mesmo para os mais afortunados já nos coloca "in limine" - como diria Ortega y Gasset, impõe-nos um mundo, como se fosse uma peça (play) na qual desconhecemos qual o nosso o papel (part) , qual é o roteiro e quem é o diretor - e daí que VIVER resulta num "quehacer" de pre-ocupaciones", um estar-se a cada momento diante da imensa abertura das possibilidades e da espada de Dâmocles da responsabilidade pelo que se escolhe.
E como a aranha, enredemo-nos sim, mas deixemos intacta a teia. Ela é autobiográfica. Se não serve mais agora, uma dia já foi valiosa.
Speak low!
E sem ser cínica, nem melancólica, talvez porque não sou inteligente, viu moça, viu rapaz, viu meninas e meninos, speak low!
A vida minha gente, - sem nenhuma intenção professoral, eu vos digo, é menos contada., menos narrada. Ela é - é vivida!.
E o resto, como sempre , é siléncio.
P.S Ai, gente, que mico... eu fico morta de veegonha com as coisas que escrevo na insônia e depois venho ver , ainda indormida.
Que coisa...que estilo alambicado hohoho...
Os menores de 70 anos de idade, decididamente não sabem o que esse termo quer dizer...
Tem coisa melhor do que voltar de férias, matar a saudade da internet visitando os blogs amigos e encontrar um post novo no Sub Rosa? Não tem, né? Feliz ano novo! E mil beijos. ;-)
Wow!!!!!
Que-rii-do!!!!!, claro que tem sim, coisa infinitamente melhor: ser você o porimeiro a vir ver... eu poder chorar, ah Fausto olhe o monstro de Frankenstein que está o sSub Rosa, ele era todo delicadinho e bonitinho tsc..tsc.
Mas a alegria mesmo é perguntar pela Frau Mitke, Kati, e a grande diretora.
E as meninas kitties, né?
Beijos, que belo presente matinal! Obrigada, querido.
Meguita, morta de saudade.
Meg, eu te amo. Now, forever and ever. :-)
Meg,
tergiverso: João Cabral, o Cão Sem Plumas, chego numa peninha que achei na rua outro dia. Rajada de preto e laranja. Guardo a preciosidadezinha e mostro para o amado marido: olha, a pena de um tigre!
:)
"there is a crack in everything, that's how the light gets in."
[Leonard Cohen]
beijaooooo, queridona! to de olhao no Eternal... ;-)
Nada mais justo do que fazer o elogio de Nelson Moraes. Nosso "Ao Mirante" é apenas o máximo e espero que o livrinho do BdP saia e que nos obriguem a um encontro e que finalmente eu possa tomar a prometida e reprometida Bohemia com ele. Cynthia Feitosa? Vou conhecer! 2004 foi o ano em que gostei de meu segundo filme com o Jim Carrey, ho ho ho. Beijão, querida. Desejo-te muitas insôn..., ops, posts!
Ah, nervo ótico? Meu Deus! És uma fortaleza, guria.